sábado, 6 de setembro de 2014

Shakti – a essência feminina




SHAKTI é o princípio ou aspecto feminino transcendente, feminino sagrado, feminino essencial – é o poder da consciência, o PODER CRIATIVO, SUSTENTADOR e TRANSFORMADOR .

O Poder é FEMININO. O poder é a Deusa, a Dakini,  A Grande e Sábia Sacerdotisa, Xamã etc,

Shakti é a Energia Sábia, inteligente. O Poder de Manifestação e Transcendência.

O verdadeiro feminino, a verdadeira Natureza Terrena e Cósmica, o sagrado feminino, o feminino transcendente é SHAKTI.

Shakti é aquela que tem a sabedoria e poder da ESPIRITUALIDADE FEMININA. Ela é o Poder da Consciência Plena. O Poder que liberta e leva a iluminação. É o Poder da Alma, é a própria Alma. O Poder Onipresente de Confraternidade Infinita.

Shakti é o poder que realiza o Propósito Supremo: A união do ego ou personalidade com o Eu mais interno e a geração do ser imortal e onisciente; o Espírito.

Ela é poder feminino (força/energia) criativo, de manifestação e transformação/transcendência que está latente nas mulheres (e interior, inconsciente nos homens).

Esse poder, na mulher é simplesmente a energia que está dispersa e desorientada. Quando dominada, direcionada e orientada se torna energia inteligente, consciente, sábia, a ser utilizada para o auto-conhecimento, desenvolvimento e despertar da consciência plena. 

Quando dominado e canalizado de forma harmônica, esse poder liberta as mulheres das limitações impostas pelo modo de vida convencional, pela cultura e pelos próprios condicionamentos mentais e físicos. Através do poder criativo, concretizador e transformador, as mulheres podem obter e proporcionar uma vida mais significativa com prosperidade material e desenvolvimento espiritual, tornando capazes de curar seu corpo, sua mente e a condição ambiental e social em que vive. 
Assim, tal poder quando dominado também capacita as mulheres a desenvolverem, concretizarem e transformarem a vida interna e externa e enfim despertam para a consciência plena.

 Shakti é o veículo de manifestação da consciência, é a forma de uma idéia, é a Força Universal; dá origem, é a mãe da consciência e também a companheira que atrai, protege, auxilia, conduz e guia à Consciência Plena.  Shakti é a possibilidade, a capacidade, habilidade, força, poder-energia da criação, da transformação e da transmutação.

Ela é rainha da terra, dos céus, do subterrâneo, rege o nascimento, a morte e a ressurreição, as estações, o ciclo lunar, todas as emanações, tudo que vive, que se desenvolve e que transforma. .

Shakti é a polaridade feminina da totalidade e é o aspecto latende e disponível na mulher, ou seja é consciente, externo, sendo, no homem, o seu aspecto inconsciente, a ser despertado para atingir a Consciência Plena. Porém apesar de disponível na mulher e fazer parte de sua estrutura consciente, este poder-energia-força superior precisa ser organizada, dominada, orientada e canalizada para que ela tanto use esta força psíquica poderosa na vida em geral, para manifestar o que deseja e necessita dentro dos princípios universais, como no seu processo de despertar ou transcendência e também como auxiliadora, guia companheira espiritual.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Bollywood Dance




Bollywood Dance é uma dança indiana moderna. Esse estilo de dança consiste em uma fusão de dança clássica indiana (que é a base), folclore (como Bhangra Dance). 

É divertida e muito expressiva. A dança Bollywood surgiu da famosa indústria cinematográfica indiana e acabou por se tornar um estilo de dança. 

A palavra Bollywood é a junção das palavras Hollywood com Bombay (capital cinematográfica da Índia).

No cinema, ela vem com uma enorme gama de significados, visto que os gestos falam o que a letra da música diz e está relacionada com as histórias dos personagens dos filmes de Bollywood. 

Nos filmes, a dança pode expressar o que realmente significa a música, através dos movimentos graciosos do corpo. Porém, existe uma série de movimentos universais, que podem ser utilizados, quando não se compreende o significado das palavras, o que facilita muito para nós, 
ocidentais, podermos dançar Bollywood.

Cheia de expressividade e sensualidade, prepare-se para exercitar caras e bocas e... ah... não dá para esquecer os olhos e os trejeitos com a cabeça, conferindo todo o charme característico desta dança.

O vestuário é riquíssimo - Na Índia, sempre que uma bailarina se enfeita pra dançar, ela está encarnando a Deusa, e a referência que elas tem sobre as indumentárias das Deusas vem do que está exposto nos templos... e as Deusas são cheias de glamour, vestidas com encanto, roupas muito bordadas e com vários adornos. Por isso, capriche no visual usando muito brilho, pulseiras, tornozeleiras, anéis nas mãos e nos pés, colares e brincos e adornos de cabeça..


Bollywood Dance é uma dança mista, podendo ser praticada por mulheres e também por homens. 
Como ela vem dos musicais indianos, é comum coreografias onde existe a participação masculina. É bom lembrar que é a dança moderna deste povo, e que eles costumam dançá-la em boates, discotecas, enfim, nas suas baladas. É uma dança popular, assim como o cinema Bollywood é sucesso lá, sua dança também. 
Fazendo uma comparação, quem não lembra dos "Embalos de Sábado a Noite", e quem não dançou como eles dançaram no filme? Para o povo Indiano, os artistas são deuses, e eles os reverenciam e tentam imitá-los em tudo, inclusive na dança. 
Existem muitos artistas de sucesso no estilo Bollywood, homens e mulheres, e todos eles dançam. 


A indumentária masculina segue o mesmo padrão da feminina, ou seja, varia de acordo com o estilo de Bollywood adotado. Mas é comum ver os homens vestindo calças de tecido, batas compridas e echarpe, tudo na maior elegância e combinação de cores.

Bollywood Dance é muito diversa, podendo ser extremamente tradicional, ou ser extremamente ousada, inovadora e moderna.e que qualquer um pode fazer.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Canta e Dança Mulher


Lembra mulher de quando teus pés descalços pisavam na terra molhada, depois da tempestade tão esperada...


Recorda quando teus ouvidos sabiam compreender as mensagens que o vento assoprava para o teu espírito...


Inspira fundo e sente o aroma daquela época onde viveste próxima aos frutos e às flores e tudo acontecia em tempo certo, sem apressamentos...


Compreende que teu corpo e tua alma obedeciam à voz da Grande Mãe, e tua vida fluía plena de sabedoria, pois tu representavas a Deusa, o sagrado feminino, e de ti resplandecia toda a generosidade...


Recorda que conhecias bem os mistérios da lua, tua irmã, e te guiavas por instintos e intuições, sonhavas com as respostas e cheia de confiança em teu coração guiava a tua vida e de tantos outros por caminhos seguros...


Tua natureza, sempre disposta a dar vida e dela cuidar, ligada por estreitos laços aos ritmos e ciclos do universo, sabia cantar e dançar, e assim espalhava alegria pelo norte, pelo sul, pelo leste e pelo oeste, sem perder o teu centro...


Rosa dos ventos e dos tempos, hoje estás novamente aqui, mas não te esqueça jamais de continuar a cumprir o teu sagrado papel...


O Universo ainda carece do teu feminino...


Ah! Então canta e dança e o destino dos homens se cumprirá!


Autoria Desconhecida.

Resgate do Sagrado Feminino




“As mulheres honram o seu Caminho Sagrado quando se dão conta do conhecimento intuitivo inerente à sua natureza receptiva. 

As mulheres precisam aprender a amar, compreender, e, desta forma, curar. Cada uma delas pode penetrar no silêncio do próprio coração para que lhe seja revelada a beleza do recolhimento e da receptividade". 


Ao longo do tempo, os seres humanos distanciam-se, cada vez mais, da sua essência, e do sagrado que permeia a nossa existência. Os nossos antepassados viviam em contato direto com a natureza, reverenciando os seus ciclos, através das mudanças de estação, e em profunda gratidão por tudo o que a Grande Mãe lhes ofertava. 


Como essa ligação era profunda, as pessoas, apesar das dificuldades de sobrevivência, eram felizes, sentindo-se preenchidas, uma vez que conseguiam ouvir a sua voz interior, que lhes dava orientações e aconselhamentos acerca do que fazer em determinadas situações, das decisões a serem tomadas e, assim, conseguiam manter os seus ânimos apaziguados. 




As mulheres, principalmente, honravam a sua natureza, o seu ritmo biológico e o grande poder que detinham pelo facto de serem geradoras de vida. 

O ventre, simbolizado pelo grande caldeirão, representava um templo sagrado, de onde a vida era emanada. Os homens, reverenciavam a mulher por esse grande poder. 


Para os povos antigos, a menstruação era um dom dado às mulheres pelas Deusas para que elas pudessem criar e perpetuar a própria vida. 




A sincronicidade do ciclo lunar e menstrual refletia o vínculo entre a mulher e a divindade, pois ela guardava o mistério da vida no seu corpo e tinha o poder de tornar real o potencial da criação. 


Nas sociedades matrifocais, as sacerdotisas ofereciam o seu sangue menstrual à Deusa e faziam as suas profecias durante os estados de extrema sensibilidade psíquica que a menstruação lhes dava. 

Milênios de supremacia e domínio patriarcal despojaram as mulheres do seu poder inato e negaram-lhe até mesmo o seu valor como criadoras e nutridoras da própria vida. 


No passado eram realizados rituais de renovação e purificação nas Cabanas ou Tendas Lunares, onde as mulheres se isolavam para recuperarem as suas energias e abrir os seus canais psíquicos para o intercâmbio com o mundo espiritual. Após esse período, elas, por estarem com a sensibilidade e intuição mais aguçadas, tinham revelações sobre curas. 



Infelizmente, a vida da mulher moderna levou-a à perda do contato e sintonia com o seu corpo e com a energia da Lua. Tal distanciamento gerou problemas em relação ao ciclo menstrual, tais como TPM, cólicas, ciclo desordenado, entre outros, ocasionados pela não-aceitação da sua natureza. 


Hoje em dia, existem muitos métodos para que a mulher deixe de menstruar e se livre definitivamente desse “incômodo”. 


Para restabelecer essa sincronicidade natural, a mulher deve reconectar-se à Lua, observando a relação entre as fases lunares e o seu ciclo menstrual.




Compreendendo o ciclo da Lua e a relação com o seu ritmo biológico, a mulher contemporânea poderá "cooperar" com o seu corpo, fluindo com os ciclos naturais, curando os seus desequilíbrios e fortalecendo a sua psique, como o explica Mirella Faur, no Anuário da Grande Mãe. 



Felizmente, existem vários grupos no mundo que trabalham para que o resgate do Sagrado Feminino seja feito, que permitem que a mulher resgate o seu poder pessoal e com isso possa desempenhar de forma mais saudável o seu papel de mãe, esposa, mulher e profissional, tornando-as mais felizes e realizadas. 

Fonte: \http://www.celestialcocoon.com

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Movimentos da dança




A Dança do Ventre possui uma infinidade de movimentos e de demonstrações maravilhosas. Há um segmento da linha de aprendizado esotérica que separa os ritmos em dois: lunares e solares


Os lunares são os movimentos ondulados e redondos. Já os solares são os bem marcados como batidas de quadril, shimie e pulsação do ventre. 


Aqui, veremos os movimentos iniciais para ter uma noção do que é praticar a Dança do Ventre, mas antes de explicar alguns movimentos utilizados na dança do ventre, conheceremos um pouco sobre o significado de alguns deles.



SIMBOLOGIA X MOVIMENTOS

A cabeça : desloca-se como uma serpente. 

Os braços : asas de um pássaro voando, serpente se movimentando. 

As mãos : representam as flores, os peixes , o ar , a água , o fogo . É onde se expressa a graciosidade da bailarina. 

O busto : é onde está a sensualidade , mas também o amor maternal.

Os ombros : dão ritmo mágico à dança. 

O ventre : pulsa, vibra, ondula, mostrando a magia de gerar uma vida. 

A sinuosidade (quadris e tronco ): desperta o inconsciente , revela emoções reprimidos e libera a energia vital da mulher. 

Os pés : desenham no solo os símbolos sagrados. 

Os olhos : mostram a força magnética da conquista. 

Camelo: correr das águas. 

Shimies : fogo, o despertar da kundalini (nossa serpente de fogo adormecida na base da coluna). 

Redondo grande: força da Mãe Terra.


PASSOS

Redondo pequeno - girando o quadril encolhendo e soltando a barriga, mantendo-o no mesmo lugar. 

Redondo médio - sem alternar os joelhos projete o quadril para frente, lado, atrás outro lado, reproduzindo um pequeno círculo. 

Redondo grande - igual ao anterior porém a projeção para trás é maior. 

Oito para a frente - coloque o quadril para o lado e torça levemente para frente, leve o quadril para o outro lado,(sem levantar o calcanhar), desenhando um oito deitado ao chão. 

Oito para trás - igual ao anterior só que torcendo o quadril para trás após a lateralização do mesmo.

Oito egípcio ou  para cima - leve o quadril para o lado em seguida para cima levantando suavemente o calcanhar para subir o quadril.

Oito maia ou para baixo - elevando o quadril para cima e em seguida leve para o lado descendo o calcanhar lentamente. Suba ou outro lado e leve o quadril para fora, mesmo lado que você subiu. 

Camelo para baixo - pernas afastadas e levemente flexionadas. Quadril encaixado, inclinado á frente, leva-se a pelve para trás e depois para frente, mantendo a altura dos ombros.

Camelo para cima - pernas afastadas e joelhos relaxados. Quadril solto projetado á frente, encaixa-se o quadril deslocando-o para trás com o abdômen encolhido, leve o peso para trás assim e relaxe quando o peso estiver no calcanhar. 

Ondulação - enche-se primeiro a parte superior da barriga empurrando o ar para baixo de uma forma contínua sem mexer o tronco. É feita também de baixo para cima. Este movimento simboliza o parto ou o ato de dar a luz. Há também uma respiração rápida na barriga, produzindo um tremido. 

Batida lateral - transfira o peso de um lado para o outro do quadril, produzindo batidinhas ( como a que usamos para fechar a porta da geladeira) para os lados. 

Shimmy - São vibrações/ tremidos feito com alternância dos joelhos levemente flexionados, feito de forma rápida.  

Tremido ou shimmy de peito - sacode-se os ombros de um lado para o outro rapidamente. Todos os movimentos que envolvem peito/busto, devem ser feitos com cuidado para não vulgarizar a dança. 

Básico egípcio - em posição ereta coloca-se uma perna em frente a outra. A da frente fica sempre em meia ponta alta. Então sobe-se o lado do quadril que tem a perna à frente, baixa, sobe e chuta com o pé. Pode ser feito lento ou rápido. Dele há variações para acompanhar os ritmos, como subindo e descendo o quadril sem chutar, etc. 

Peito / Busto - é possível fazer vários desenhos com os seios, as vogais, o oito na vertical e horizontal, arcos, círculo e a letra "s". 

Pescoço - é o movimento que se faz com a cabeça deslocando-a para um lado e para o outro ou ainda produzindo um círculo. 

Twist - coloque uma perna em frente á outra, transfira o seu peso para a perna da frente, depois para a de trás, quando for à frente, faça uma torção leve para dentro.


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

OS RITUAIS NOS TEMPLOS DO ANTIGO EGITO


Ramses II e sua esposa Nefertari participando do Festival de Opet , XVIII Dinastia - Tebas


Como é de nosso conhecimento os Antigos Egípcios eram muito ligados ao oculto e a adoração de Deuses e Deusas que por muitas vezes representavam formas da natureza ou expressões da mesma.



Os templos eram mantidos por Sacerdotes. Pessoas especialmente treinadas nas chamadas “Escolas de Mistérios” e também instruídas em diversas áreas como escultura, pintura e escrita e outros.


Os rituais nos templos eram realizados de acordo com cada Deus. As evidências arqueológicas que nos restaram foram a do ritual realizado em honra ao Deus Amon que se realizava na cidade de Tébas, atual Lúxor.


O Deus era mantido longe dos olhos do público em geral, somente os sacerdotes e o faraó tinham acesso ao recinto sagrado do Deus.


Alguns manuscritos nos contam que para fazer parte destes rituais, os sacerdotes deveriam se banhar no lago sagrado, especialmente construído para este fim no interior dos templos. Seus corpos deviam estar livres de pelos, portanto todo o corpo era raspado, incluindo a cabeça e os mesmos usavam vestimentas brancas de linho puro.


Os rituais eram realizados pelo menos duas vezes por dia: ao amanhecer e ao entardecer, onde incensos eram acesos, tochas iluminavam o recinto com pouca luz e a estátua do Deus era então banhada e untada com óleos aromáticos especiais trazidos de terras distantes e preparados previamente de forma ritualística pelos sacerdotes.


Alguns sacerdotes eram também escribas, e ficavam encarregados de tomar notas de todo o ritual.


Havia ainda os sacerdotes cantores, aos quais eram dada a função de realizarem cânticos especiais para os rituais.


Os sacerdotes podiam casar-se, se bem que os Altos Sacerdotes geralmente não o faziam, dedicando-se somente aos trabalhos nos templos, porém não podiam manter relações sexuais nos dias em que fossem participar certos rituais específicos.


Além dos rituais feitos por sacerdotes existiam os rituais feitos por sacerdotisas para determinadas Deusas como Isis e Hathor.


Os rituais feitos pelas mulheres eram semelhantes, porém as mulheres não necessitavam depilarem-se totalmente, no entanto, estas não podiam participar de nenhum ritual quando estavam em seu período fértil.


Apenas uma vez ao ano era permitido que o povo visse o Deus. Isso ocorria durante o festival conhecido como Festival de Opet, no caso de Deus Amon, quando o Deus era transportado em uma barca sagrada pelo Rio Nilo para encontrar-se com sua esposa a Deusa Mut no templo de Karnak.


Muitos atributos dos antigos rituais egípcios permanecem vivos em Sociedades Secretas atuais, mantendo assim um legado importante da humanidade, criado há mais de 3.500 anos. 



Ritual da Lua Nova 


A Leoa 
Algumas vezes estamos passando por períodos obscuros  mas não temos oportunidade ou tempo para efetuar um ritual completo de banimento e proteção.

Se entoar com esses cantos com suficiente convicção e emoção, atrairá imediatamente a atenção da Deusa Sekhmet - Deusa do Egito,uma deusa com cabeça de leoa ela era conhecida com a A Terrível , A Poderosa , A Amada de Path.

Ela dará seu auxílio. 

Você irá precisar de:
- um talismã que você use sempre e que ainda não tenha sido consagrado, de preferência
- um incenso de mirra
- uma vela vermelha
Segure o seu talismã em ambas as mãos e entoe suavemente:
Senhora do leão, da batalha e da espada,
Sekhmet, terrível deusa, estabeleça proteção ao meu redor.
Quebre as paredes que me confinam.
Ajude-me a me livrar dos inimigos e obstáculos.
Grande Senhora, ajude- me! 
Imagine Sekhmet,com sua cabeça de leoa, mostrando suas afiadas presas.Sinta-a de pé logo atrás de você, seus braços esticados para lhe proteger, suas unhas como presas prontas para rasgar seus inimigos. 

Então diga:

Leoa da destruição e vingança,
Meus inimigos me circundam,buscando minha queda.
Livre-me de suas influência, conceda-me liberdade.
Ó Poderosa e Terrível,amada de Ptah,
Atenda a meu pedido por proteção!


Para aumentar a auto-estima

Em um dia qualquer da Lua Crescente, vá a um lugar calmo; leve com você um espelho pequeno e um saquinho com pétalas de girassol. 
Ao chegar ao local, pense em todas as suas qualidades e, olhando para o espelho, diga: 

"Rá, que comanda o mundo e simboliza o sol, envie para mim poder, força e criatividade. Faça brilhar meus talentos e ofusque meus pontos negativos."
Em seguida, jogue as pétalas sobre sua cabeça e siga em frente sem olhar para trás. 

Pode continuar usando o espelho.


Ritual para chamar um novo amor/reacender o que existe




Esta magia passa de geração em geração, mas poucas são as avós que sabem sobre a origem deste encantamento.


No antigo Egito, as sacerdotisas de Ísis desciam ao templo carregando lanternas, simbolizando o momento em que a Deusa chamou a Lua para restaurar a vida de seu amado Osíris.

Use este antigo ritual egípcio para reacender a chama de um velho amor,ou experimente chamar por um novo amor em sua vida.

Com uma vela branca na mão,numa noite de Lua Nova, chame a Lua e peça o mesmo brilho renovador pelo qual Ísis um dia esperou.
Passeie ao luar com a vela na mão, pensando em como gostaria que fosse sua vida amorosa e como gostaria de ser tratada por seu amado.
Ande até que esteja satisfeita(o) com seus pensamentos.
Procure um local seguro e que não vente muito, mas ao ar livre, e deixe sua vela queimando até acabar.

Repita quantas Luas Novas quiser, ou até que se realize seu desejo.


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Dança do ventre com enfoque terapêutico






A Dança Oriental vem a ser um instrumento, um meio de auxílio em processos terapêuticos sejam estes em psicoterapia, terapia ocupacional ou simplesmente no sentido de “bem - estar” .


A abordagem da Dança como instrumento de transformação e ferramenta terapêutica não é recente, diversos registros em livros sobre Antropologia e Sociologia ressaltam esta função entre tribos africanas e indígenas, além de registros em povoados e regiões longínquas dessa época e das mais antigas.


Pensando no contexto atual, a Dança Oriental oferece um repertório maior de auxílio, pois a mesma possui um leque de movimentos que trabalham diversos grupos musculares, expressividade, elegância, presença em cena, musicalidade, deslocamentos e temáticas folclóricas, que permitem a mulher transportar-se no tempo, nos lugares e ‘brincar’ com os trajes e acessórios de forma única.


Na Dança Oriental trabalha-se priorizando a região do ventre, região esta que somatiza as emoções inclusive as dores, raiva, medos e expectativas (quem nunca teve uma ‘dor de barriga’ por estar ansioso? Ou não sentiu um ‘friozinho’ na barriga ao ver aquele belo par de olhos azuis? E as úlceras, comprovadamente instaladas devido a processos de stress?) 

A medida em que se trabalham movimentos, estes repercutem no psíquico, mesmo que inconsciente. Talvez, essa seria uma das razões fundamentais para a melhora nos processos de baixa auto-estima e melancolia, pois os movimentos “despertam” toda a estrutura corporal.


Se você realiza algum trabalho com dança nesses moldes, certamente já ouviu comentários sobre o tema. Mas por favor, respeite as raízes, leia e busque informações sobre como otimizar esse processo de busca e encontro em suas aulas, seja através das músicas escolhidas, das seqüências de movimento, da respiração ou da utilização do espelho.


À primeira vista, pode parecer surreal uma dança de raízes apontada como instrumento terapêutico, mas deve-se deixar claro que perante a apropriação da cultura oriental pelo ocidente, essas ‘utilizações’ da dança podem ser consideradas um tipo de “licença poética”, na qual é permitida e associação entre Dança Oriental e auxílio terapêutico.


Dessa maneira, é possível perceber uma brecha no campo de pesquisa psicológico científico: a Dança como auxílio terapêutico.

Sim, há os indícios sobre a utilização do espaço, o equilíbrio, o contato com o corpo, as formas, aromas, tecidos, sonoridade, todos esses itens na dança oriental despertam variados estímulos mas seria interessante saber em que mecanismos agem e quais os reais benefícios psíquicos.


 Enquanto estudamos com o intuito de nortear algumas referências para a melhor utilização da Dança Oriental, vale lembrar que se há relatos, mesmo informais, de mulheres que melhoraram consideravelmente após praticar a dança oriental é fato que há nesse nicho uma semente que precisa ser cultivada.


A dança do ventre se compõe de movimentos naturais que trabalham junto ao corpo da mulher e não contra ele . Estes movimentos exercitam e ativam de forma mais suave corpo feminino e suas funções. 

Os movimentos rotativos e os movimentos de ondulação fazem trabalhar os músculos e as articulações em um amplo leque de formas e aos mesmo tempo massageia as zonas do corpo relacionadas, soltando e dissolvendo todas as tensões.


 A dançarina da dança do ventre responde a este chamado com movimentos circulares , ondulantes e suaves do seu torso, quadril, braços e cabeça. Este prazeroso movimento harmoniza o sistema nervoso central, enviando a energia vital e as substancia hormonais a traves de todo o corpo. A mente se torna relaxada e equilibrada.


Através dos movimentos, a dançarina  se centra na sua resposta criativa a musica. Isto lhe permite situar-se e viver o momento presente. E neste estar em transe podem se manifestar estados alterados da consciência que conduzem á bailarina da dança do ventre a experimentar uma sensação de frescor e uma recarga energética uma vez que tem concluído a sua dança.


A dança do ventre é o caminho da cura aberto para todas aquelas mulheres que queiram percorrê-lo.
Quando uma pessoa tem o corpo, a mente, as emoções e o espírito unidos, isto faz com que o estresse não se instale no corpo porque a conformação energética desta pessoa não dá ao estresse chance para se instalar.


A dança do ventre quando abordada do ponto de vista terapêutico rende culto e reverencia ao corpo tão qual Templo do Corpo que ele é . E isto se consegue da execução apropriada dos movimentas dos diversos grupos musculares que entram em interação com a musica.

Através da resposta criativa da dançarina que harmoniza as suas emoções e desenvolve a habilidade de tranqüilizar a sua mente para permitir que a inspiração flua sem nenhuma trava a partir do mais profundo espaço do seu Ser Interior.


A Dança do ventre terapêutica ou qualquer outra disciplina de desenvolvimento pessoal traz uma mudança interior. Da mesma forma que na Ioga, a dança do ventre terapêutica faz com que a mulher moderna desenvolver o seu potencial para expandir a sua consciência e seu desenvolvimento espiritual.



A dança do ventre utilizada como disciplina espiritual se converte numa ferramenta que permite à mulher meditar no presente. Ajuda a fazer com que a mulher compreenda o seu Ser interior por meio da interação que ela faz entre seu corpo ( templo da alma) e seu enraizamento com a terra.

 É como se no interior da mulher se realiza uma união sagrada entre o céu e a terra , entre o humano e o divino, entre e feminino e o masculino.